sábado, 15 de setembro de 2007
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Diálogos
(Depois de sair da escola, a chegar ao carro)
Eu: A mamã?
Papá: Está na escolinha dela, a dar aulas aos meninos.
Eu: Foi de carro?
Eu: A mamã?
Papá: Está na escolinha dela, a dar aulas aos meninos.
Eu: Foi de carro?
A semana acabou
Hoje foi dia de ir para casa do avô e da avó - não preciso de te contar a minha felicidade, pois não? Antes, o papá foi-me buscar à escolinha e fomos os dois passear para Aveiro - andámos os dois de mãos dadas e eu ao colo dele, lanchámos, fomos aos escorregas, fiz cocó, voltámos aos escorregas e só depois fomos para casa do avô e da avó. Lá tomei banho, jantei muito bem, obriguei a avó a jantar em dois minutos, dei de comer ao avô, fiz chichi, ouvi música e depois fingi que estava com muito, muito, muito sono e que tinha de me deitar depressa na caminha, tudo para o papá não me levar para casa. E resultou! Sou uma espertalhona! E agora vem aí o fim-de-semana...
Adoro-te mamã. Um beijinho meu do tamanho do mundo e outro do papá.
Adoro-te mamã. Um beijinho meu do tamanho do mundo e outro do papá.
Uma grande conquista
Todos nós temos sonhos e objectivos a cumprir na vida. Às vezes não os conseguimos concretizar, mas devemos sempre lutar por eles. Lá virá o tempo em que terei elevadas e nobres aspirações, como ser astronauta, bailarina, veterinária ou bombeira, e em que quererei mudar o mundo para melhor e essas coisas todas... Para já, enquanto sou pequenina, os meus objectivos são bem mais prosaicos: comer a maior quantidade de chocolate e gelado que me deixarem, andar o mais tempo possível com as chinelas do dedo, ouvir a «Gabriola» 50 vezes seguidas, riscar os livros todos, «conduzir» ou andar de escorrega... E, claro, passar a noite na cama do papá e não na minha. Foi esta a minha grande conquista da última noite, graças aos mais sofisticados métodos de persuasão: acordar às 2.30 da manhã, quando o papá está profundamente vergado pelo sono, e começar a berrar para ele vir acender a luz do corredor; da primeira vez ainda foi o que ele fez, deixando-me na minha caminha (pensava ele que a dormir, ó ingenuidade!), mas cinco minutos depois a minha segunda tentativa foi finalmente bem sucedida - ele pegou em mim e levou-me para junto dele. De maneira que passei boa parte da noite a dormir onde eu gosto - mais um feito para o meu currículo de sucessos.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
«É muito bom. Eu gosto disto»
A caminho de casa, depois da escolinha, viemos a ouvir música de um tal Bêtôva - eu não queria muito, mas o papá diz que não posso ouvir só os «patinhos», a «abelha Maia» ou «a loja do mestre André».
Ao jantar não comi assim muito bem - o papá disse que, desde que estou com ele, foi a refeição em que comi pior. Mesmo assim ainda comi quase meio linguado, um bocadinho de sopa e muita fruta - quase duas fatias de melão e meia banana. Depois veio a melhor parte: o gelado. O papá disse que eu não merecia porque não comi o peixinho todo, mas lá cedeu e juntos aviámos meia embalagem de Carte d'Or de chocolate (acho que ele comeu um bocadinho mais do que eu, mas eu não fiz má figura e honrei o estatuto de gulosos que existe na família). «É muito bom. Eu gosto disto», disse-lhe eu. O papá estava a comer o gelado directamente da embalagem mas eu disse-lhe que era todo para mim; mas como ele parecia estar mesmo com vontade, lá o deixei comer um bocadinho, mas mandei-o ir buscar um prato.
Depois fomos passear um bocadinho no bairro - com as sandálias do dedo, claro! -, antes de irmos para casa brincar.
Hoje o papá disse-me que encontrou numa agenda a inscrição que estava à entrada da maternidade onde eu nasci: «cujusque rei potissima pars principium est». Ele não me soube dizer o que significava, mas prometeu que ia tentar descobrir.
Um grande beijinho para ti, mamã, e tem sonhos cor-de-rosa.
Ao jantar não comi assim muito bem - o papá disse que, desde que estou com ele, foi a refeição em que comi pior. Mesmo assim ainda comi quase meio linguado, um bocadinho de sopa e muita fruta - quase duas fatias de melão e meia banana. Depois veio a melhor parte: o gelado. O papá disse que eu não merecia porque não comi o peixinho todo, mas lá cedeu e juntos aviámos meia embalagem de Carte d'Or de chocolate (acho que ele comeu um bocadinho mais do que eu, mas eu não fiz má figura e honrei o estatuto de gulosos que existe na família). «É muito bom. Eu gosto disto», disse-lhe eu. O papá estava a comer o gelado directamente da embalagem mas eu disse-lhe que era todo para mim; mas como ele parecia estar mesmo com vontade, lá o deixei comer um bocadinho, mas mandei-o ir buscar um prato.
Depois fomos passear um bocadinho no bairro - com as sandálias do dedo, claro! -, antes de irmos para casa brincar.
Hoje o papá disse-me que encontrou numa agenda a inscrição que estava à entrada da maternidade onde eu nasci: «cujusque rei potissima pars principium est». Ele não me soube dizer o que significava, mas prometeu que ia tentar descobrir.
Um grande beijinho para ti, mamã, e tem sonhos cor-de-rosa.
Sou um palhaço
Hoje acordei a cantar «sou um palhaço». Estava muito bem disposta e em pulgas para ir para a escolinha, por isso facilitei a vida ao papá e não fiz birras, embora ele me tenha dado um bom pretexto para isso quando não me deixou calçar as sandálias de enfiar no dedo - eu gosto muito daquelas sandálias e se pudesse até dormia com elas.
A palavra que o papá me tentou ensinar hoje, quando me estava a lavar, foi tépida - ele diz que é a mesma coisa que morna e eu até gosto de a pronunciar, mas não sei se daqui a bocado ainda me vou lembrar dela... Tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida...
O papá farta-se de rir quando me vê a despir o pijama - gosto de ser eu a fazê-lo («só a bebé», ordeno eu quando ele me tenta ajudar), mas acho que sou um bocado desajeitada. Mas como também digo ao papá, é uma tarefa «muito difícil».
Beijinho e até logo.
A palavra que o papá me tentou ensinar hoje, quando me estava a lavar, foi tépida - ele diz que é a mesma coisa que morna e eu até gosto de a pronunciar, mas não sei se daqui a bocado ainda me vou lembrar dela... Tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida, tépida...
O papá farta-se de rir quando me vê a despir o pijama - gosto de ser eu a fazê-lo («só a bebé», ordeno eu quando ele me tenta ajudar), mas acho que sou um bocado desajeitada. Mas como também digo ao papá, é uma tarefa «muito difícil».
Beijinho e até logo.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Muitas saudades
O papá foi-me buscar à escolinha e a caminho de casa passámos pelo sítio da Feira de Março. Se eu recebesse uma moedinha de cada vez que fiz o papá prometer levar-me aos carrosséis no próximo ano estava mais rica que o Belmiro de Azevedo. E fi-lo prometer que a avó, o avô e a mamã iam connosco andar nas girafas.
Ainda na escolinha, ouvi o papá falar sobre mim com a minha professora Daniela - ela disse-lhe que eu me portava muito bem e que não era conflituosa com os outros meninos; disse-lhe ainda que eu andava a dormir e comer muito bem - e sozinha!; e disse-lhe também que eu ia começar a fazer ó ó sem fralda, o que é um grande desafio... O papá ficou muito contente e orgulhoso de mim e fartou-se de me dar beijinhos.
Já em casa, estava com fome e jantei muito bem. Pouco depois, quando estava no quarto a brincar com o papá, pedi o titito e fui dormir, que isto de andar o dia todo na brincadeira cansa muito. Quando o papá me pôs na caminha senti taaaaaaantas saudades da mamã que chorei um bocadinho... Mas estava com tanto soninho que adormeci depressa, agarrada ao meu cãozinho.
Adoro-te mamã. Um beijinho muito grande e um xi-coração muito apertado.
Ainda na escolinha, ouvi o papá falar sobre mim com a minha professora Daniela - ela disse-lhe que eu me portava muito bem e que não era conflituosa com os outros meninos; disse-lhe ainda que eu andava a dormir e comer muito bem - e sozinha!; e disse-lhe também que eu ia começar a fazer ó ó sem fralda, o que é um grande desafio... O papá ficou muito contente e orgulhoso de mim e fartou-se de me dar beijinhos.
Já em casa, estava com fome e jantei muito bem. Pouco depois, quando estava no quarto a brincar com o papá, pedi o titito e fui dormir, que isto de andar o dia todo na brincadeira cansa muito. Quando o papá me pôs na caminha senti taaaaaaantas saudades da mamã que chorei um bocadinho... Mas estava com tanto soninho que adormeci depressa, agarrada ao meu cãozinho.
Adoro-te mamã. Um beijinho muito grande e um xi-coração muito apertado.
Desenhos animados para começar o dia
Hoje, quando acordei, não me apeteceu ir para a cama do papá - o que eu queria mesmo era beber o titito e ver desenhos animados. Depois, ao som de «todos os patinhos...», ajudei o papá a fazer a cama dele - fui eu que puxei as pontas dos lençóis e do edredão para cima - e fui para a escolinha. Pedi ao papá para ficar um bocadinho e ele ficou, à entrada da sala, a olhar para mim, enquanto eu me encarregava de desarrumar os brinquedos.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Jantar em casa dos avós
Quem me foi hoje buscar à escolinha foi o avô Jorge e a avó São, que me levaram para casa deles - o papá trabalhou até tarde mas ainda apareceu a tempo de jantar. Foi bom para matar saudades dos avós e ainda houve tempo para brincar um bocadinho com eles. Depois regressei a casa com o papá e na viagem passámos pelos correios onde a mamã costuma comprar roupa para mim. Quando o papá me pôs na caminha, apesar de estar com muito soninho ainda me apeteceu cantar um bocadinho - vai daí estive cinco minutos a cantar o «Atirei o pau ao gato, to, to, mas o gato, to, to...»
Adoro-te mamã. Até amanhã.
Adoro-te mamã. Até amanhã.
Amanhecer tranquilo
Uma noite bem dormida – acordei às 7.10 com um cão a ladrar – e um amanhecer com o ritual do costume: ir um bocadinho para a cama do papá, beber o titito, lavar, vestir, comer e ir para a escola. O papá vestiu-me o bibe ao contrário, com os botões para a frente – hi hi hi.
Até logo.
Até logo.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
As birras prometidas
O papá foi-me buscar à escolinha e quando me estava a pôr na cadeirinha do carro tirou-me a mochila das costas. Ora aí está um bom pretexto para uma birra, pensei eu. Vai daí, comecei a exigir, com muito maus modos, que voltasse a colocar a mochila no sítio. Ele bem tentou argumentar que com a mochila nas costas a viagem de carro ia-me ser desconfortável, mas uma birra começada tem de ser levada até ao fim - é uma das minhas regras de vida. Quando chegámos a casa, apetecia-me uma bolacha de arroz, que o papá não me quis dar por causa do banho e do jantar. Lá me deu ele novo pretexto para mais uma birra - digamos que foi uma birra de grau 7 numa escala até 10. Estava cumprida a minha tarefa de fazer com que o papá não pense que eu sou dócil e fácil de educar.
Ao jantar comi muito bem e depois fui passear com o papá pelo bairro. Para acabar o dia, uma sessão de brincadeira no meu quarto até ficar com sono (ia adormecendo encostada ao papá, em cima das almofadas). Por fim, chichi, titito e cama, que amanhã é outro dia.
Adoro-te mamã.
Ao jantar comi muito bem e depois fui passear com o papá pelo bairro. Para acabar o dia, uma sessão de brincadeira no meu quarto até ficar com sono (ia adormecendo encostada ao papá, em cima das almofadas). Por fim, chichi, titito e cama, que amanhã é outro dia.
Adoro-te mamã.
De volta à escolinha
Mais uma noite bem dormida. Hoje acordei às 7.10 (ontem acordei às 6.55, talvez amanhã acorde às 7.25…), chamei pelo papá bem alto e ele foi-me buscar e levou-me para a cama dele, onde ainda passei pelas brasas até às 8.30, bem juntinha a ele. Depois o papá levou-me o titito à cama (no copo do Noddy, morninho e com palhinha, como eu gosto – o papá está bem amestrado!) e depois lavou-me a cara, o pipi e o rabo e ainda lavei os dentes. A seguir vestiu-me e até acho que não ia nada mal – saia azul, camisola azul (um tom um bocadinho acima, com uma boneca estampada), um casaco cor de rosa (porque estava um bocadinho de frio e eu estou constipada) e umas sandálias. O que dizes mamã? O papá tem jeito e ainda vai para estilista! Até acho que tem mais bom gosto que tu!
Depois levou-me à escolinha e eu lá fiquei sem birras. Ontem prometi fazer uma birra para não habituar mal o papá mas de manhã não me apeteceu. Fica para logo. Depois conto-te.
Beijinho.
Depois levou-me à escolinha e eu lá fiquei sem birras. Ontem prometi fazer uma birra para não habituar mal o papá mas de manhã não me apeteceu. Fica para logo. Depois conto-te.
Beijinho.
domingo, 9 de setembro de 2007
Diálogos
(a cena passa-se logo a seguir ao jantar)
Eu - Vai para dentro da casa!
Papá - O papá agora tem de lavar a loiça.
Eu - A mamã lava!
Eu - Vai para dentro da casa!
Papá - O papá agora tem de lavar a loiça.
Eu - A mamã lava!
Reprimenda ao papá
Hoje dei uma valente reprimenda ao papá - íamos nós de carro para Aveiro quando o vi com um dedo enfiado na boca. «Não roas as unhas!», ordenei eu. Ele disse qualquer coisa como «olha outra!», mas obedeceu. Assim se vê quem manda lá em casa!
Foi um dia bem passado - depois de uma boa noite de sono, fui com o papá à Costa Nova para tomar o pequeno almoço (torrada e carioca de limão, já depois de ter bebido o titito* em casa) e à tarde fomos passear para Aveiro (depois de brincar no parque infantil o papá comprou-me um gelado - acho que sou muito lambareira, mas a culpa é dos genes).
Para ficares descansada, mamã, ficas a saber que comi muito bem ao almoço e ao jantar, e ainda ao pequeno almoço e ao lanche. Além disso, hoje não fiz grandes birras - amanhã tenho de fazer pelo menos uma para não habituar mal o papá.
Para o relatório do dia ficar mais completo, ainda te posso dizer que hoje fiz cocó uma vez - ainda te lembras daquele meu cocó pastoso, que se agarra bem à pele, castanho escuro e muito mal cheiroso? Pois foi assim...
Cada vez tenho mais saudades tuas. Adoro-te mamã. Dorme bem e até amanhã.
* Tenho que deixar de dizer titito e passar a dizer leitinho.
PS: já descobri a escova de dentes da música; para a próxima tens de a esconder melhor!
Foi um dia bem passado - depois de uma boa noite de sono, fui com o papá à Costa Nova para tomar o pequeno almoço (torrada e carioca de limão, já depois de ter bebido o titito* em casa) e à tarde fomos passear para Aveiro (depois de brincar no parque infantil o papá comprou-me um gelado - acho que sou muito lambareira, mas a culpa é dos genes).
Para ficares descansada, mamã, ficas a saber que comi muito bem ao almoço e ao jantar, e ainda ao pequeno almoço e ao lanche. Além disso, hoje não fiz grandes birras - amanhã tenho de fazer pelo menos uma para não habituar mal o papá.
Para o relatório do dia ficar mais completo, ainda te posso dizer que hoje fiz cocó uma vez - ainda te lembras daquele meu cocó pastoso, que se agarra bem à pele, castanho escuro e muito mal cheiroso? Pois foi assim...
Cada vez tenho mais saudades tuas. Adoro-te mamã. Dorme bem e até amanhã.
* Tenho que deixar de dizer titito e passar a dizer leitinho.
PS: já descobri a escova de dentes da música; para a próxima tens de a esconder melhor!
sábado, 8 de setembro de 2007
O papá chegou
Hoje foi o dia em que o papá chegou e eu fui esperá-lo ao aeroporto com a avó e o avô. Para azar dele, criaram um parque infantil no aeroporto e estava-me mesmo a apetecer brincar nas casinhas e nos escorregas, por isso não houve grandes lamechices no reencontro. Quando o vi fui a correr para ele, agarrei-o por um braço e levei-o para brincar comigo no parque infantil e depois foi o cabo dos trabalhos para me tirarem de lá.
À tarde fomos passear, ele e eu. Levou-me a outro parque infantil, já em Aveiro, e depois comprou-me um livro com plasticina para moldar.
Durante o dia andei sempre muito entretida, mas à noite senti muitas saudades tuas, mamã. Fartei-me de perguntar por ti ao papá e estava-me mesmo a apetecer um beijinho teu antes de ir fazer ó ó. Mas como estava muito cansada, adormeci num instante - mas só com a luz do corredor acesa e a porta bem aberta, porque se não ficava acordada a noite toda. Ai ficava, ficava...
Aquela luz de presença que vocês me compraram é uma porcaria, não gosto nada dela. Se quiseres podes levá-la para a Madeira, para não teres medo do bicho papão.
E onde é que puseste a minha escova de dentes com música?
Adoro-te mamã. O papá manda dizer que também te adora.
Até amanhã.
À tarde fomos passear, ele e eu. Levou-me a outro parque infantil, já em Aveiro, e depois comprou-me um livro com plasticina para moldar.
Durante o dia andei sempre muito entretida, mas à noite senti muitas saudades tuas, mamã. Fartei-me de perguntar por ti ao papá e estava-me mesmo a apetecer um beijinho teu antes de ir fazer ó ó. Mas como estava muito cansada, adormeci num instante - mas só com a luz do corredor acesa e a porta bem aberta, porque se não ficava acordada a noite toda. Ai ficava, ficava...
Aquela luz de presença que vocês me compraram é uma porcaria, não gosto nada dela. Se quiseres podes levá-la para a Madeira, para não teres medo do bicho papão.
E onde é que puseste a minha escova de dentes com música?
Adoro-te mamã. O papá manda dizer que também te adora.
Até amanhã.
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