segunda-feira, 31 de março de 2008

Regresso à escolinha

Depois das férias da Páscoa - que passei com a mamã e o papá -, regressei hoje à escolinha. E tudo correu bem. Agora é preciso reentrar nas rotinas diárias, o que, a avaliar pelo dia de hoje, não vai custar nada.
Já estou cheia de saudades tuas, mamã. Volta depressa.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Frases

Que nojo!

Frases

(Dirigindo-me ao papá, depois de ele me ter chamado várias vezes para ir tomar banho)
És um teimoso!

terça-feira, 18 de março de 2008

Cocó


A prova de como eu faço cocó no bacio.

Coelhinho

Coelhinho da Páscoa que eu fiz na escola.

Vídeo

Pai papá, paizinho paizão, tens um lugar no meu coração.

Papá

O que eu aprendi na escola para dizer ao papá no Dia do Pai:

Pai papá,
Paizinho Paizão,
Tens um lugar
No meu coração.

(e ainda lhe ofereci um saco com chocolates lá dentro).

Mamã

A mamã está quase a chegar - é já amanhã de manhã. Iupiiiiiiiiiiiii!

Tosse

Estou com muita tosse.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Diálogos

(quando o papá me foi buscar à escolinha)
Eu: Onde vamos?
Papá: Vamos a nossa casa buscar o teu pijama para levar para casa do avô Jorge e da avó São.
Eu: Vou dormir lá?
Papá: Vais.
Eu: E tu?
Papá: Eu não.
Eu: Vais jogar futebol?

Frases

(depois de ter feito cocó no bacio)
Sou muito linda. E já sou grande.

domingo, 16 de março de 2008

Papá

O papá faz hoje 32 anos.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Máscara

Máscara que eu ajudei a fazer no último Carnaval.

Fim-de-semana em Montemor

Esta noite voltei a dormir bem. De manhã, o papá arranjou-se e arranjou-me e depois, como hoje não vou para a escolinha, fomos ao café da D. Gertrudes beber um carioca de limão. Enquanto esperávamos pelo avô Bitó e pela avó Tita, estivemos a ler histórias. E depois fui para Montemor passar o fim-de-semana.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Consulta

Ontem foi dia de ir à médica pediatra. Quando o papá me foi buscar à escola e me advertiu que íamos a caminho da consulta, uma das primeiras coisas que lhe disse, com um tom capaz de causar piedade a uma pedra, foi: «Não quero a espátula!» Traumas antigos mas que eu não esqueço e que os médicos teimam em reforçar quase sempre que eu os consulto. O papá veio com o paleio melífluo do costume: a médica é minha amiga, só quer o meu bem, não me faz mal nenhum, blá blá blá... Tá bem, abelha!, pensei eu. E repeti mais duas ou três vezes, para não ficarem dúvidas: «Não quero a espátula!» Chegados ao consultório, esperámos pela nossa vez durante uns 45 minutos, porque havia outros meninos e meninas para serem atendidos antes. Portei-me muito bem enquanto esperávamos, dividida entre o colo do papá (que me ia confortando), uma cadeira ao lado da dele e o chão. Antes de sermos chamados ainda tive vontade de fazer chichi e quis que fosse a mamã a ir comigo à casa-de-banho. Depois fomos chamados e lá entrámos (eu pelo meu pé, de mão dada ao papá) na sala onde estava a médica. «Uaaaaau, que gira que estás!», afirmou ela para me cativar. Tá bem, abelha!, pensei eu outra vez. A primeira parte da consulta correu lindamente - depois de o papá me despir, a médica auscultou-me, mediu-me o perímetro cefálico, pesou-me (12,150 quilos, com cuecas)... O pior estava reservado para depois, quando ela pediu ao papá para me deitar na marquesa. Eu detesto essa parte em que ela me sujeita a uma série de maldades: apalpa-me a barriga, mede-me (91 cm), perscruta-me os ouvidos e, claro, enfia-me a espátula pela goela abaixo. Havias de ver, mamã, como eu berrei e esperneei. Mas no fim de tudo até estava bem disposta e até acenei à médica. «Adeus Carolina», disse ela, palavras que me soaram mágicas. Desta já eu me livrei.